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Conexões além
do networking

Club Coworking

O Club era uma pequena rede de coworkings com apenas quatro andares, divididos entre duas unidades.

Ele tinha um nível de estrutura e, portanto, de preço, semelhante ao dos grandes players, mas sem a chancela de um nome internacional nem grandes prédios com sua promessa de extenso network.

No estudo, que contou com entrevistas em profundidade, validação quanti, mystery shopper e análise da comunicação da concorrência, descobrimos que, embora as grandes redes prometessem acesso a um número enorme de empresas, a realidade era que quanto maior o coworking, mais difícil era esse acesso.

 

 

“Como a gente fica em um andar só nosso, acaba não rolando muita integração”

Funcionário do Quinto Andar e cliente WeWork

“Aqui dentro não vendemos nada.”O app já se mostrou inviável. Você manda invite e ninguém topa cafe.Tentei contato com Imóvel Web, EmCasa… mas não consegui. Nao responderam."

André Maluf - Agência Sopa e Cliente Go Work

Estas mesmas redes também mantinham práticas como: subidas bruscas de preço ou cobranças à parte de coisas como café e internet.

 

Já os residentes do Club, descreviam a relação com o coworking como de parceria e falavam de fácil acesso aos demais membros. Como síntese destes dois diferenciais chave, criamos a singela, porém poderosa promessa de Conexões Verdadeiras.

 

Mas em uma época em que tantas marcas falam de conexão e tantas conexões são superficiais, como expressar visualmente a ideia que a torna única? Como desenhar algo tão abstrato quanto a ideia de “VERDADEIRAS”?

 

Afinal, o que é uma conexão verdadeira? Quando perdemos uma, a sensação é de que desgrudou um plug? Ou a sensação é de um corte?

 

Insight da identidade:

Próxima ou distante, se a conexão é verdadeira, sempre colocamos um pouco de nós mesmos dentro dela.

Pensando nisso, criamos um novo símbolo: uma linha contínua, sem início nem fim, conectando os dois Cs de Club Coworking ao mesmo tempo em que forma um todo maior do que as partes.

Fotos, frequentemente recortadas, criam movimento e espaço livre, enquanto a linha, vinda do logo, cria conexões e interseções.

"O Zé mergulhou fundo e nos trouxe um entendimento maior do nosso público, nosso mercado e do espaço que podemos ocupar dentro dele.Na apresentação da identidade visual, tivemos certeza de que aquele era o logo certo e de que não ficava nada atrás das multinacionais com as quais concorremos"

 

Mari Gradilone - CEO Club Coworking

Para apoiar o claim de conexões verdadeiras, foi criada uma série de mensagens-chave e embasamentos, apoiados em depoimentos de clientes, dados internos e secundários.

Com identidade e mensagens aprovadas, criamos uma série de peças chave que levaram o novo posicionamento aos principais pontos de contato. Um ano depois, com o mercado ainda em recuperação da pandemia e o maior concorrente em 72% de ocupação, o Club estava próximo da capacidade máxima e abrindo um novo andar.

Fonte: Bloomberg (Dado global)

http://bit.ly/40JGTPC

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